Logo Sellia
Fechar
Avatar da Sellia
Pular para o conteúdo
[email protected]
Contato
Curitiba 41 3204.1999 | Brasil 4007.2186
Tel
WhatsApp 41 32041999
WhatsApp
SoftSell
MENUMENU
  • HOME
  • TREINAMENTOS E CERTIFICAÇÕES
    • CALENDÁRIO DE TREINAMENTOS
    • CERTIFICAÇÕES EM TI
    • Acadi-TI + SoftSell
      • ASIP – Automação de Segurança da Informação com Python
      • ASTE – Arquitetura de Segurança para Tecnologias Emergentes
      • AUD – Auditoria e Monitoramento de Redes, Perímetros e Sistemas
      • Cybersecurity Analyst Junior – CAJ Blue Team
      • Cybersecurity Analyst Junior – CAJ Red Team
      • Cybersecurity Analyst Junior – CAJ Forense Team
      • Cybersecurity Analyst Professional – CAP
      • DES – Desenvolvimento Seguro
      • Digital Forensics Professional – DFP
      • Ethical Hacking Professional – EHP
      • Hacking Web Application Specialist – HWAS
      • IAC – Inteligência de Ameaças Cibernéticas
      • LAC – Legislação Aplicada a Cibersegurança
      • Masterclass Red Team Pentest Avançado com OSCP
      • MTIA – Metodologia de Teste de Invasão e Técnicas Avançadas
      • OCS – Operações de Cibersegurança
      • Pós-Graduação em Cibersegurança
      • Prime
      • SSI – Segurança de Sistemas da Informação
      • TRI – Tratamento e Resposta a Incidentes
    • Check Point
      • CCSA – Check Point Certified Security Administrator
      • CCSE – Check Point Security Engineering
    • Cisco
      • Cisco Application Centric Infrastructure Operations and Troubleshooting (DCACIO)
      • Cisco SD-WAN Operation and Deployment (ENSDW) v1.0
      • Designing Cisco Application Centric Infrastructure (DCACID) v1.0
      • Designing Cisco Enterprise Networks (ENSLD) v1.1
      • Designing Cisco Enterprise Wireless Networks (ENWLSD) v1.1
      • Implementing and Administering Cisco Solutions (CCNA) v1.0
      • Implementing and Configuring Cisco Identity Services Engine (SISE) v3.0
      • Implementing and Operating Cisco Data Center Core Technologies (DCCOR)
      • Implementing and Operating Cisco Enterprise Network Core Technologies (ENCOR) v1.0
      • Implementing and Operating Cisco Security Core Technologies (SCOR) v1.0
      • Implementing Cisco Application Centric Infrastructure (DCACI) v1.0
      • Implementing Cisco Application Centric Infrastructure–Advanced (DCACIA)
      • Implementing Cisco Catalyst 9000 Switches (ENC9K) v1.0
      • Implementing Cisco Collaboration Applications (CLICA) v1.0
      • Implementing Cisco Enterprise Advanced Routing and Services (ENARSI) v1.0
      • Implementing Cisco Enterprise Wireless Networks (ENWLSI) v1.1
      • Implementing Cisco SD-WAN Solutions (ENSDWI)
      • Performing CyberOps Using Cisco Security Technologies (CBRCOR) v1.0
      • Securing Email with Cisco Email Security Appliance (SESA) v3.1
      • Securing Networks with Cisco Firepower Next Generation Firewall (SSNGFW) v1.0
      • Securing the Web with Cisco Web Security Appliance (SWSA) v3.0
      • Transforming to a Cisco Intent-Based Network (IBNTRN) v1.1
      • Troubleshooting Cisco Application Centric Infrastructure (DCACIT) v5.2
      • Understanding Cisco Collaboration Foundations (CLFNDU) v1.1
      • Understanding Cisco Cybersecurity Operations Fundamentals (CBROPS)
      • Understanding Cisco Wireless Foundations (WLFNDU) v1.0
    • CompTIA
      • CompTIA CASP+
      • CompTIA CySA +
      • CompTIA Linux+
      • CompTIA Network+
      • CompTIA Pentest+
      • CompTIA Security+
    • EC-Council
      • CASE JAVA - Certified Application Security Engineer
      • CCSE – Certified Cloud Security Engineer
      • CEH v13 – Certified Ethical Hacker v13
      • CHFI - Computer Hacking Forensic Investigator
      • CND v2 - Certified Network Defender
      • CPENT – Certified Penetration Testing Professional
      • CSA - Certified SOC Analyst
      • CSCU - Certified Secure Computer User
      • CTIA – Certified Threat Intelligence Analyst
      • ECDE – EC-Council Certified DevSecOps Engineer
      • ECES – EC-Council Certified Encryption Specialist
      • ECIH - Certified Incident Handler
      • EDRP – EC-Council Disaster Recovery Professional
      • DFE – Digital Forense Essentials
      • EHE – Ethical Hacking Essentials
      • NDE – Network Defense Essentials
    • F5
      • Configuring F5 Advanced WAF (previously licensed as ASM)
      • F5 ADM BIG IP – Administering BIG-IP
      • F5 BIG-IP DNS (Antigo GTM)
      • F5 Configuring BIG-IP (AFM): Advanced Firewall Manager
      • F5 Configuring BIG-IP (APM): Access Policy Manager
      • F5 Configuring BIG-IQ v7
      • F5 Developing iRules for BIG-IP
      • F5 LTM – Configuring BIG-IP Local Traffic Manager
      • F5 Troubleshooting BIG-IP
    • Fortinet
      • FortiAnalyzer Analyst
      • FortiAnalyzer Administrator
      • FortiOS Administrator
      • FortiMail
      • FortiManager Administrator
      • FortiNAC
      • FortiWeb
      • Advanced Analytics
      • Enterprise Firewall Administrator
      • OT Security Architect
      • SD-Wan Architect
      • FortiADC
      • FortiSIEM Administrator
    • Lightera (Furukawa)
      • Conecte-se
      • Data Cabling System PRO
      • FCP Fibra Óptica
      • FCP Fibra Óptica | Módulo Emendas Ópticas
      • FCP Fibra Óptica | Módulo Medição em Redes Ópticas
      • FCP Fibra Óptica | Módulo Redes Externas
      • FCP Gestão de Infraestrutura de Redes
      • FCP Professional
      • FTTx Conceitos e Projetos EAD
      • FTTx Equipamentos | Módulo Networking
      • Webinar
    • Oracle
      • Administração de Base de Dados Oracle 19c
      • Administração de Oracle ASM
      • Administração de Oracle Clusterware
      • Administração de Oracle RAC
      • Administração de Data Guard
      • Administração de MySQL
      • Administração de WebLogic 14c
      • Advanced Security, Database Vault e Data Masking
      • Advanced Security e Data Masking
      • Alta Disponibilidade em MySQL
      • Análise de Dados em plataformas BI
      • Análise e ajuste de desempenho em Base de Dados Oracle 19c
      • Backup e Recovery em Base de Dados Oracle 19c
      • Construindo Composite Applications no Oracle SOA Suite 12c
      • Disaster Recovery (DR) em MySQL
      • Fundamentos de MySQL
      • Fundamentos de Oracle 19c para Desenvolvedores e Cientistas de Dados
      • Instalação e Upgrade de BD Oracle
      • Integrando dados com o Oracle Data Integrator (ODI)
      • Introdução ao Oracle SOA Suite 12c
      • Introdução ao SQL 19c
      • MySQL Security
      • ODI – Integração Avançada e Desenvolvimento de KM
      • Oracle Database 21c: New Features
      • Oracle Multitenant 19c
      • Performance em MySQL
      • Performance Tuning em MySQL
      • Programação Avançada com PL/SQL
      • Programação com PL/SQL
      • SQL para Data Science
    • Palo Alto Networks
      • PAN 210 – Firewall 10.0 Essentials: Configuration and Management
      • PAN 220 – Palo Alto Panorama: Managing Firewalls at Scale v9
      • PAN 318 – Prisma Access Sase Security: Design and Operation
      • PAN 330 – Firewall: Troubleshooting v9
    • Sec4US
      • Active Directory Ataque x Defesa Gravado
      • Active Directory Exploitation
      • Containers Exploitation
      • Desenvolvimento de Exploits – 32 bits extended
      • Digital Forensics
      • Hacking Essentials Ao Vivo
      • Hacking Essentials Gravado
      • Hacking Mobile Application – Android
      • Hacking Web Application
      • HookChain
      • Inteligência Cibernética
      • Post Exploitation
      • Shellcoding para Desenvolvimento de Exploits
      • Web API Exploitation
    • Veeam
      • Veeam Backup & Replication v11: Architecture and Design
      • Veeam Backup & Replication v12.1: Configure, Manage and Recover (VMCE)
    • VMware
  • SOLUÇÕES DE TI
    • Fábrica de Softwares e BI
    • Produtos e Equipamentos de TI
    • Serviços de TI
      • Cibersegurança e Proteção Digital
      • Gerenciamento de infraestruturas de TI
      • Oracle Cloud Infrastructure (OCI)
      • Suporte Infraestrutura de TI
      • Suporte Banco de Dados
  • INSTITUCIONAL
  • BLOG
  • Falar com a Sell'ia

Como migrar do Windows Server 2016: estratégias, etapas e cuidados

3 de setembro de 2026 Por Polianna Marcelino

Inicialmente, migrar do Windows Server 2016 não significa simplesmente instalar uma versão mais recente do sistema operacional.

Além disso, em um ambiente corporativo, um servidor pode sustentar aplicações, bancos de dados, autenticação, arquivos, integrações, certificados, rotinas de backup e outros serviços. Por isso, a estratégia de migração precisa considerar o que está sendo executado, quais dependências existem e qual impacto uma mudança pode causar.

Nesse sentido, a Microsoft disponibiliza diferentes caminhos para levar ambientes Windows Server para versões mais recentes, incluindo upgrade in-place, instalação limpa, migração para outro servidor e atualização de clusters. Entretanto, a escolha depende da arquitetura, das funções utilizadas, dos requisitos das aplicações, do hardware e da necessidade de controlar a indisponibilidade.

Atualmente, para o Windows Server 2016, a Microsoft documenta caminhos de atualização direta para o Windows Server 2019, o Windows Server 2022 e o Windows Server 2025 em sistemas não clusterizados, desde que os demais requisitos e restrições sejam atendidos.

Por onde começar a migração do Windows Server 2016?

Comece pelo inventário, não pela instalação.

Antes de definir a estratégia, é necessário descobrir quais servidores ainda utilizam Windows Server 2016 e o que cada um deles executa.

O inventário deve considerar:

  • versão e edição do Windows Server;
  • função do servidor;
  • aplicações instaladas;
  • bancos de dados;
  • integrações;
  • serviços de autenticação;
  • dependências de rede;
  • certificados;
  • agentes de backup;
  • ferramentas de monitoramento;
  • soluções de segurança;
  • usuários e sistemas dependentes;
  • capacidade de processamento, memória e armazenamento;
  • criticidade do serviço.

Esse levantamento permite diferenciar uma máquina que pode ser facilmente substituída de um servidor que sustenta uma cadeia de serviços.

Uma aplicação, por exemplo, pode depender de um banco de dados local, que depende de autenticação no Active Directory, DNS, certificados e regras específicas de rede. Alterar apenas o sistema operacional sem conhecer essas relações pode gerar uma indisponibilidade que não estava prevista no projeto.

Como avaliar quais servidores devem ser migrados primeiro?

Depois do inventário, o ambiente deve ser classificado.

Uma forma prática é cruzar criticidade, exposição, complexidade e esforço de migração.

Um servidor crítico e complexo pode exigir mais tempo de análise, testes e homologação. Já um ambiente de baixa complexidade pode ser utilizado como uma das primeiras ondas para validar o processo.

O objetivo não é necessariamente migrar os servidores na ordem em que foram encontrados no inventário, mas na ordem que faça sentido para risco, dependências e capacidade de execução.

Upgrade in-place ou migração para um novo servidor?

Não existe uma estratégia universal. A própria Microsoft diferencia os métodos de atualização e migração porque cada um possui requisitos e impactos diferentes.

A decisão deve ser tomada por servidor ou grupo de servidores, e não como uma regra única para todo o ambiente.

Quando o upgrade in-place faz sentido?

No upgrade in-place, a nova versão do Windows Server é instalada sobre a existente, mantendo configurações, funções e dados dentro das condições suportadas pelo processo. A Microsoft documenta esse método para versões compatíveis e recomenda a realização dos pré-requisitos, coleta de informações e verificações antes da atualização.

Ele pode ser considerado quando:

  • o hardware continua adequado;
  • as aplicações são compatíveis;
  • a arquitetura atual continua fazendo sentido;
  • as funções do servidor possuem caminho de atualização suportado;
  • o downtime pode ser controlado;
  • existem backups e procedimentos de recuperação;
  • a equipe consegue testar o processo antes da execução definitiva.

Há, porém, restrições que precisam ser verificadas. A documentação da Microsoft lista, entre outras, limitações relacionadas a arquitetura, idioma, edição, Server Core/Desktop Experience, determinados tipos de instalação e algumas configurações específicas. NIC Teaming, por exemplo, exige tratamento específico antes de determinadas atualizações in-place.

Portanto, “é possível fazer upgrade” não significa automaticamente que é a melhor estratégia para aquele servidor.

Como planejar a migração em etapas?

Um projeto de migração pode ser estruturado em sete etapas.

  1. Descoberta

Identifique todos os servidores Windows Server 2016 e registre suas funções, aplicações, dependências e características técnicas.

  1. Classificação

Separe os ambientes por criticidade, exposição, complexidade e impacto operacional.

  1. Análise de dependências

Mapeie os sistemas, usuários, serviços, bancos de dados, redes e componentes que precisam continuar funcionando.

  1. Definição da estratégia

Para cada servidor, determine se a melhor alternativa será: upgrade, migração, instalação limpa, consolidação ou desativação.

  1. Validação

Teste a estratégia antes da mudança definitiva.

Sempre que possível, valide aplicações e integrações em um ambiente controlado ou em uma réplica representativa.

  1. Execução

Realize a migração em ondas.

A janela deve considerar não apenas o tempo necessário para executar a mudança, mas também testes, validação e eventual rollback.

  1. Pós-migração

Depois da mudança, valide:

  • aplicações;
  • autenticação;
  • permissões;
  • conectividade;
  • banco de dados;
  • certificados;
  • backup;
  • monitoramento;
  • segurança;
  • desempenho;
  • integrações;
  • tarefas automatizadas.

A migração só deve ser considerada concluída quando o serviço estiver validado do ponto de vista técnico e operacional.

Windows Server 2022 ou Windows Server 2025?

Atualmente, o Windows Server 2025 é a versão mais recente da linha principal do Windows Server. Seu ciclo de vida prevê suporte estendido até 14 de novembro de 2034.

O Windows Server 2022 também permanece suportado, com término do suporte estendido em 14 de outubro de 2031.

Para ambientes que estão saindo do Windows Server 2016, portanto, não basta perguntar “qual versão é mais nova?”. É necessário avaliar:

  • compatibilidade das aplicações;
  • requisitos de hardware;
  • suporte dos fabricantes;
  • arquitetura atual;
  • requisitos de virtualização;
  • necessidades de segurança;
  • licenciamento;
  • ciclo de vida esperado;
  • estratégia de longo prazo da empresa.

A versão de destino deve ser escolhida considerando o ambiente que a empresa pretende sustentar nos próximos anos, e não apenas o sistema que está sendo retirado.

O objetivo não é apenas sair do Windows Server 2016

Uma migração bem planejada não termina quando o novo sistema operacional é instalado.

O resultado esperado é um ambiente em que as funções estejam suportadas, as dependências sejam conhecidas, os controles de segurança estejam funcionando e a equipe tenha documentação suficiente para administrar a infraestrutura depois da mudança.

O EOL cria o prazo. O projeto de migração define como chegar até ele. Por isso, quanto antes a empresa identificar seus servidores Windows Server 2016, classificar os riscos e definir uma estratégia para cada ambiente, maior será a capacidade de executar a mudança de forma planejada, em vez de reagir a uma incompatibilidade, falha ou indisponibilidade.

Conclusão

Antes de tudo, migrar do Windows Server 2016 não deve ser tratado como uma simples troca de versão. O processo envolve entender o ambiente atual, mapear dependências, avaliar a compatibilidade das aplicações e definir a estratégia mais adequada para cada servidor.

Além disso, em alguns casos, um upgrade in-place pode ser suficiente. Em outros, a migração para uma nova infraestrutura, a instalação limpa, a consolidação de servidores ou até a desativação de determinados serviços pode representar uma escolha mais segura. A decisão depende da arquitetura, da criticidade dos sistemas e dos requisitos de cada ambiente.

Por isso, o ponto central é não deixar que o EOL determine o ritmo da mudança. Quanto mais cedo a empresa conhecer o ambiente e suas dependências, maior será sua capacidade de planejar a migração, testar as aplicações e reduzir impactos na operação.

Nesse contexto, a SoftSell pode apoiar essa transição desde o diagnóstico do ambiente até o planejamento e a execução da migração. Com uma avaliação estruturada, é possível identificar quais servidores precisam ser atualizados, quais dependências devem ser consideradas e qual estratégia faz mais sentido para cada cenário.

Assim, a migração deixa de ser uma resposta emergencial ao fim do suporte e passa a fazer parte de um roadmap de infraestrutura planejado, seguro e alinhado às necessidades da operação.

Fale com nossos especialistas!

FacebookTweetPinLinkedInShare

Compartilhe isso:

  • Compartilhar no X(abre em nova janela) X
  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
Categorias SoftSell Tags Atualização, Fim do suporte, segurança, ti, Windows Server 2016
Windows Server 2016 EOL: o que acontece após o fim do suporte?

Deixe um comentário Cancelar resposta

TREINAMENTOS E CERTIFICAÇÕES

  • Treinamentos e Certificações
  • Certificações em TI
  • Inscrições

INFRAESTRUTURA DE TI

  • Software e BI
  • Serviços
  • Produtos e Equipamentos

SOFTSELL

  • Sobre a SoftSell
  • Trabalhe Conosco
  • Política de Privacidade
  • Aviso de Cookies

ATENDIMENTO

Telefone SoftSell Telefone 41 3204.1999

Whatssap SoftSell WhatsApp 41 32041999

Contato SoftSell [email protected]

 


Rua Emiliano Perneta, 680, 9º andar, Centro | Curitiba/PR | 80420-080

Siga-nos

  • Facebook
  • Instagram
  • LinkedIn

CERNE Informática Ltda. | Todos os Direitos Reservados | Desenvolvido por Pontodesign

Pontodesign
© 2026 SoftSell • Built with GeneratePress
Utilizamos cookies para fornecer uma melhor experiência de navegação em nosso website. Clicando em ACEITAR, você concorda em utilizar todos os nossos cookies. Você pode clicar em CONFIGURAR para definir suas permissões. Saiba mais em nosso Aviso de Cookies
CONFIGURARACEITAR
Manage consent

Configurações de Privacidade

Este site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação. Os cookies categorizados como necessários são armazenados em seu navegador por serem essenciais para o funcionamento do site. Também utilizamos cookies para analisar e entender como você utiliza nosso website, estes serão armazenados em seu navegador apenas com seu consentimento. Desabilitar cookies pode ocasionalmente afetar sua experiência de navegação.

 
Funcionais
Cookies funcionais ajudam a performar certas funcionalidades como compartilhar conteúdos do site em mídias sociais, plataformas, coletar feedbacks.
Performance
Estes cookies são utilizados para entender e analisar a indexação do site, o que nos ajuda a entregar uma melhor experiência aos visitantes.
Analíticos
Cookies analíticos são utilizados para entender como visitantes interagem com nosso website. Este cookies ajudam a prover informações em métricas sobre número de visitantes, origens de tráficos entre outros medidores.
Propaganda
Cookies de propagando são utilizados para captar informações relevantes para campanhas de marketing customizadas.
Outros
Alguns cookies não possuem categoria específica e podem estar relacionados com pequenas funcionalidades do site.
Necessários
Estes cookies garantem o correto funcionamento do site bem como gerenciam configurações de segurança.
SALVAR E ACEITAR

Carregando comentários...